Entenda quais produtos são mais eficientes e como tirar melhor proveito deles para evitar a picada do mosquito da dengue

Por Vanessa Lima - 31/03/2015 19h45 - atualizada em 31/03/2015 19h45 - Revista Crescer

Os repelentes que prometem proteger contra a dengue se esgotam rapidamente nas prateleiras das farmácias e supermercados, ainda mais em épocas em que a doença está em evidência e ganha destaque nos noticiários. Mas você sabe mesmo qual é o jeito certo de aplicar? Existem versões fabricadas com diferentes tipos agentes, nem todas podem entrar em contato com a pele de grávidas e crianças e algumas delas não têm a eficácia cientificamente comprovada. Para esclarecer tudo sobre o assunto, conversamos com a dermatologista Carolina Marçon, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Aqui, a especialista ensina como usar os repelentes e outras técnicas para se prevenir contra a dengue sem colocar a saúde em risco. 
As diferenças entre os tipos de repelente

Os princípios ativos dos repelentes aprovados pela Organização Mundial de Saúde são:


- Icaridina: os repelentes com esse componente são os mais procurados. O período de proteção varia entre 8 e 10 horas e pode ser usado em crianças a partir de 2 anos.
- DEET: é o mais fácil de encontrar. Pode ser usado em crianças com mais de 2 anos e não deve ser aplicado mais de três vezes por dia.
- IR 3535: a Anvisa permite que seja usado em crianças com mais de 6 meses, mediante orientação do pediatra. Protege por até 4 horas.

Bebês com menos de 6 meses

Nem pensar em aplicar repelente na pele de crianças até essa idade. Como ela é muito sensível e a área corporal, muito pequena, os componentes químicos são absorvidos rapidamente. Não há estudos que comprovem a segurança do uso em bebês, então, não arrisque. O melhor para protegê-los é usar calças, bodies ou macacões compridos, de tecido leve (para não esquentar demais no calor). Mosquiteiros e telas nas janelas são medidas fáceis, seguras e eficientes.

De 6 meses a 2 anos

O ideal é não usar repelente em crianças antes dos 2 anos. No entanto, em regiões com surto, o risco de não proteger as crianças é maior. Se for esse o caso, é fundamental conversar com o pediatra, que vai dizer se vale a pena comprar, indicar qual é o melhor tipo de produto e a maneira correta de aplicar. Em excesso, pode causar irritação na pele ou até problemas mais graves, como alteração neurológica ou cardíaca. A mesma precaução deve ser tomada por gestantes.

Produto específico para as crianças

Se for usar repelentes em crianças, escolha os produtos formulados especificamente para elas. Há diferença na concentração, que deve ser mais baixa. A pele delas é mais sensível e não há testes que comprovem a segurança de produtos mais concentrados nesse caso.

Repelente x filtro solar

Os repelentes não devem ser usados junto com os filtros solares, que precisam ser reaplicados com uma frequência maior. Os produtos contra a dengue podem ser reaplicados no máximo três vezes ao dia. Para crianças de 6 meses a 2 anos, a recomendação é que se passe apenas uma vez por dia.

Como usar o repelente

Ele deve ser espalhado por igual nas áreas expostas do corpo, exceto nas mãos (principalmente a de bebês, que têm o costume de levá-las à boca). Depois de aplicar o produto em você ou no seu filho, lembre-se de lavar também as suas mãos. Nunca passe repelente nas partes da pele que ficam sob as roupas. Primeiro, porque não é necessário. O tecido já protege. O segundo motivo merece ainda mais atenção: o repelente tem uma composição química forte e a roupa potencializa o contato com a pele, além de oferecer calor, facilitando a absorção e aumentando os riscos de reações. 

Lave antes de dormir

Nunca durma ou deixe as crianças dormirem com repelente na pele. É importante lavar e retirar o produto antes. Do contrário, a pele fica exposta por um período muito longo, o que pode favorecer uma absorção em excesso. Além disso, não é necessário porque o mosquito da dengue tem hábito diurno. Manter os ambientes ventilados e frescos é outra forma de evitar o contato, já que ele prefere lugares quentes. Use telas de proteção nas janelas e mosquiteiros.

OUTRAS DICAS SOBRE PREVENÇÃO

Não à umidade

A pele úmida é um grande atrativo para o mosquito. Depois de fazer atividade física, por exemplo, o suor altera o odor do corpo, o que chama a atenção do transmissor da dengue. Então, já sabe, após a prática de esportes ou brincadeiras mais agitadas, é importante tomar banho e secar bem a pele.

Evite roupas coloridas e perfumes

As roupas coloridas atraem o Aedes aegypti porque se destacam para seu dispositivo ocular. Prefira vestir as crianças com roupas brancas, que, além de serem menos chamativas, ainda facilitam a visualização, caso um mosquito se aproxime. Os perfumes também são atraentes para o transmissor da dengue.

O que não funciona

Repelentes naturais como a citronela não têm eficiência cientificamente comprovada. Além disso, são muito voláteis, ou seja, evaporam rapidamente. Aplicativos de celular com ultrassom que só é percebido pelo mosquito, que se afastaria, emissores de luz azul e a ingestão de vitamina B12 também não são métodos confiáveis.

Quando foi a última vez que você trocou a sua escova de dente?

Hoje eu li um post sobre a importância de trocar as escovas de dentes após infecção de garganta, gripe ou infecções na gengiva. Eu até troco as escovas com uma certa regularidade, mas confesso que nunca tinha me atentado para realizar a troca após alguma infecção. Isso pode causar rescidência na infecção. Acho que isso é muito útil principalmente para as crianças pequenas que ficam sujeitas a doenças respiratórias. Esta simples dica pode melhorar a saúde de sua família

Dicas para elaboração de lancheira

Ano que vem será um momento importante na vida da minha pequena, pois ela sairá da creche e levará o lanche de casa. Confesso que fico meio perdida para elaborar cardápios, minha tendência natural é comer todos os dias a mesma coisa, no mesmo local (rs). Em minhas pesquisas pela internet me deparei com o site http://www.sustagennutriferro.com.br/lancheira/.

Lá tem dicas para organizar a lancheira de forma nutritiva (é claro que eles recomendam os produtos da linha, mas você pode substituir por ítens equivalentes).

No final é elaborado um cardápio da semana, onde você poderá imprimir, salvar ou compartilhar. Ai, como eu amo estas invenções (rs).

Sugestões: O sistema permite que você escolha todos os dias o mesmo tipo de fruta e carboidrato. Outro ponto é que não existe uma opção para você marcar se a criança é alérgica ou diabética.

Teté na Mídia

O colégio da Ester fez uma visita a feira para estímulo a criança a consumir frutas e legumes. Cada criança levou uma determinada quantia para comprar uma fruta de sua preferência.  No retorno eles fizeram uma salada de fruta e a nutricionista da escola explicou sobre a propriedade de cada fruta. Um dia a Ester comentou: - essa fruta tem  fibra? Adorei! Ainda mais depois de tudo que passamos com ela neste requisito.

Para minha surpresa, ela foi a capa da reportagem do jornal de bairro. Segue o link com a reportagem na íntegra:

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/colegios-oferecem-projetos-que-buscam-aprimorar-educacao-alimentar-dos-alunos-14389071

Orgulho de mãe!!

Check up

Não dá para descuidar da saúde nem dos pequenos nem da nossa, por isso, eu elegi o mês de março para fazer um check up: urina, sangue, fezes, preventivo e radiografias. Sei que dá trabalho, mas a prevenção pode ser a diferença para curar doenças mais sérias. Na minha família temos muitos casos de câncer e por isso eu tenho uma rotina diferenciada para fazer os preventivos. Para não chegar atrasada ao trabalho eu peço a minha ginecologista para emitir os pedidos sem data e agendo todos os exames para fazer no sábado ou concentrados em uma manhã. O resultado eu pego pela internet e deixo agendado um retorno para final de abril no primeiro horário, pois sei que dá tempo de concluir e pegar todos os resultados.

Como os planos de saúde andam lotados, resolvi fazer a coleta de sangue domiciliar,  pois aproveito e faço os exames em todos aqui em casa. 

Coisas que eu errei ao dar alimento para Ester

Quando Ester nasceu ela teve um problema de metabolizar a proteína e isso fez com que ela sempre se alimentasse muito mal. Isso gerou em nós 2 muito estresse desnecessário. Sei que muitas de vocês estão passando ou já passaram por situações semelhantes e sabe como isso pode ser desesperador.

Li uma reportagem na revista Crescer falando sobre coisas que não devam ser ditas as crianças e pude relembrar com eu cometi falhas nestes requisitos:

#Erro 1: “Você só vai sair da mesa se comer tudo o que está no prato - Como eu achava que ela estava muito magrinha colocava sempre uma quantidade exagerada de comida e ficava super nervosa porque ela não comia tudo. Resultado obtido: Ela começou a assimilar a alimentação a momentos de tensão.

Um estudo feito pelo departamento de psicologia da PUCRS decidiu entender como se forma o comportamento alimentar das crianças. Uma das conclusões foi que 96% dos pais davam ordem para conduzir a alimentação, o que favorecia o comportamento de oposição dos pequenos. “Se os pais forçam ou impõem algum alimento, a criança começa a associar àquele momento com pressão e aquela comida pode ficar para sempre marcada como uma coisa ruim”, explica a nutricionista Ligia dos Santos, do Hospital São Camilo (SP).

#Erro 2: Coma as verduras ou não não vai ter surpresinha: ...ou “se você se comportar na casa da vovó amanhã, poderá comer bolo”. Esse tipo de barganha não é legal pelo simples fato de que alimentação não pode ser vista como recompensa ou punição. Ela não pode pensar que precisa passar pelo fardo de se comportar ou de comer alface só para ganhar a guloseima, que vai ser sempre vista como recompensa. “Essa estratégia pode ter um efeito imediato, mas é danosa para o desenvolvimento do paladar da criança e pode criar traumas que se estendem para a adolescência e vida adulta”, ensina a nutricionista. É só pensar quantas vezes você já soube de alguém que detesta banana, por exemplo, porque a mãe empurrava na infância. O melhor é explicar que as verduras são importante fonte de vitaminas, que elas o ajudarão a crescer de forma mais saudável e por aí vai...

#Erro 3: Sofia (a prima dela) está comendo direitinho. Você devia aprender com ela: Muitas pesquisas já mostraram que as crianças regulam certas atitudes com base no comportamento de semelhantes. Se o amigo come muita verdura, ele está vendo e pode ser até que faça algo parecido, mas você não precisa pontuar essas diferenças. A especialista observa que não se deve colocar a criança num contexto de inferioridade, mas ir na direção contrária, como reforçar que ela também é capaz de experimentar novos sabores. “Lembre-se de que os pais são os primeiros exemplos. Não adianta ficar só no discurso, é preciso mostrar para o seu filho que você também está comendo vegetais. A interação da família é muito importante na hora das refeições”, ressalta Ligia.
“Não coma. Faz mal!” ou “Coma, faz bem!”
 
A nutricionista infantil Daniela Fagioli, da Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN), explica que essas frases só funcionam se vierem associadas a algo concreto. “Se a mãe disser ‘Coma alface para seu intestino funcionar bem’ é menos eficiente do que dizer ‘Se você comer a salada, a barriga não vai doer na hora de ir ao banheiro’. O ideal é sempre explicar tudo para a criança e associar a algo que esteja mais próximo dela.

# Erro 4: Olha o aviãozinho - Essa frase é tão exaustivamente usada que se tornou um clichê para a hora da alimentação infantil. No entanto, ela carrega um problema sério. Ao transformar a hora da refeição em uma brincadeira, a criança deixa de prestar atenção no alimento para focar na gracinha. E, como explica Daniela, é fundamental que a criança entenda que o momento da alimentação é importante e pode ser muito prazeroso, desde que ela preste atenção no gosto, no cheiro, textura e formato dos alimentos do prato.

# Erro 5: Você pode almoçar vendo televisão desde que coma tudo- O ideal é que a criança veja o que está consumindo e use a hora da refeição para ter um momento com os pais. Infelizmente esse erro eu ainda cometo. Coloco uma mesinha e ela assiste televisão enquanto come.
 
#Erro 6: Dava qualquer coisa que ela queria comer: Como toda criança é muito esperta ela utilizava esta minha necessidade de alimentá-la em manipulação. Esperta, né?
 
Como resolvemos o problema:
 
#1: Coloquei-a na creche em tempo integral - Na creche ela foi acompanhada por nutricionista até que ela conseguisse comer.
 
#2: Relaxei um pouco: Não fiquei histérica em dar a comida 12 em ponto. Deixei que ela me perguntasse sobre o almoço. Percebi que ela gostava de almoçar por volta de 13h.
 
#3: Brinquei com ela de fazer comidinha. O fato de ela mesma preprarar a salada fez com que aumentasse o seu interesse em comidas saudáveis.
 
#4: Trouxe companhias que se alimentavam bem: Coloquei o prato da prima dela com salada e quando ela viu a prima comendo ela se interessou também, mas desta vez eu não disse a frase clássica "come direitinho igual a sua prima".
 
Espero que isso possa te ajudar a superar esta fase.